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Obras do Mercado Municipal de Niterói seguem em ritmo acelerado



Mais de três mil pequenos e médios empresários já demonstraram interesse na locação de boxes do espaço, que tem entrega prevista para novembro

Obras em andamento

Em ritmo acelerado, as obras do Mercado Municipal de Niterói estão na etapa de montagem das estruturas metálicas para o segundo piso. O empreendimento, que tem entrega prevista para novembro, fica na Avenida Feliciano Sodré, ponto central da cidade e próximo aos acessos da ponte Rio-Niterói. O mercado terá 180 lojas que já estão em fase de habilitação para os empresários e produtores que quiserem se candidatar a ter um ponto de comércio no local.


O prefeito Rodrigo Neves, que vistoriou as obras nesta quarta-feira (23), ressaltou que esse projeto mudará completamente a região.


“O prédio do Mercado Municipal, construído na década de 30 com traços de art decó, ficou abandonado durante décadas. Nossa equipe desenvolveu um projeto de revitalização para o Mercado e temos um plano de desenvolvimento para a região. O prédio foi completamente restaurado nos últimos meses e hoje começa a montagem das estruturas metálicas que vão preservar as características originais e dar sustentação para o segundo andar que será construído. A gente está restaurando esse local, assim como fizemos com o Reserva Cultural e com projetos esperados há tempos pelos niteroienses, como a Avenida Marquês de Paraná e o Túnel Charitas-Cafubá”.


A Prefeitura de Niterói e o Consórcio Novo Mercado Municipal firmaram uma Parceria Público Privada (PPP) para a reforma e gestão do espaço por 25 anos. O investimento do consórcio será de R$ 69 milhões em três anos, sendo R$ 30 milhões na reforma do atual prédio. 


O prefeito Rodrigo Neves destacou que a abertura do Novo Mercado Municipal vai gerar empregos, renda e ajudar na retomada da economia de Niterói. 


“Em novembro, teremos a abertura do espaço e a partir daí os boxes das lojas já poderão ser ocupados. Já temos mais de três mil, pequenos e médios empresários de Niterói, desejando se associar a esse projeto que é um dos vetores importantes de retomada da economia da cidade”, afirmou o prefeito.


A intenção é trazer para o Novo Mercado Municipal pequenos produtores de Niterói e do interior do estado do Rio, que hoje só têm a Cadeg como opção para levar seus produtos. O local abrigará floriculturas, uma vila cervejeira entre outras atividades.


Estiveram na vistoria a secretária de Fazenda, Giovanna Victer, o secretário de Mobilidade e Urbanismo, Renato Barandier, a secretária de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa, o secretário de Obras, Vicente Temperini e o subsecretário de Desenvolvimento Econômico, Igor Valdez.


Locação dos Boxes – Os empresários interessados em locar um dos 180 boxes do Mercado Municipal devem procurar o escritório de comercialização que está funcionando e atendendo em horário comercial, das 9h às 17h, na Avenida Amaral Peixoto, 286 – sala 806. As visitas devem ser agendadas pelo e-mail contato@mercadomunicipaldeniteroi.com.br.


Desenvolvimento econômico – O térreo do Mercado Municipal será um espaço para comercialização de frutas – incluindo espécies raras e de cultivo orgânico e oriundas da economia familiar -, verduras, legumes, produtos tradicionais da região, açougue, empórios especiais, produtos gourmet, queijos, laticínios e especiarias. No mezanino ficarão restaurante, cervejarias artesanais e uma adega. Serão construídas uma nova praça, boulevard e estacionamento com 300 vagas. Todo o local contará com medidas de sustentabilidade, como o uso da luz natural, reaproveitamento de água de chuva e telhado verde.


História – O edifício da Avenida Feliciano Sodré, que abrigou, de 1930 a 1976, o Mercado Municipal da cidade e depois passou a ser o Depósito Público Estadual, está recebendo um trabalho meticuloso e feito com cuidado para manter todas as características da arquitetura neoclássica do lugar. O imóvel faz parte de um conjunto arquitetônico da região portuária de Niterói. Com uma área de cerca de 9.700 metros quadrados, o local estava desativado há mais de 30 anos.
Fotos: Berg Silva




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