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Niterói e Mianyang, na China, se tornam cidades-irmãs



Niterói e a cidade de Mianyang, conhecida como o Vale do Silício chinês, se tornaram cidades-irmãs com a assinatura de um termo do cooperação nesta quinta-feira (21).

Niterói e a cidade de Mianyang, conhecida como o Vale do Silício chinês, se tornaram cidades-irmãs com a assinatura de um termo do cooperação nesta quinta-feira (21). O Memorando de Entendimento de Cooperação Amigável prevê intercâmbio nas áreas da ciência e tecnologia, economia e comércio, esporte, agricultura, educação e turismo, com benefícios mútuos. Com a convênio, será formulada uma agenda de atividades para traçar projetos cooperativos.

O prefeito de Niterói, Axel Grael, disse que  será um privilégio trocar experiências com a República Popular da China, que tem em sua história um tesouro de conhecimentos nos mais diferentes aspectos do desenvolvimento humano: “Por outro lado, Niterói, que tem um dos melhores Índices de Desenvolvimento Humano do País, também se orgulha de seus atributos naturais, econômicos e sociais. Junto à Mianyang, vamos promover o desenvolvimento bilateral e aperfeiçoar a amizade dos povos das cidades irmãs”, destacou Grael.

Durante a cerimônia de assinatura do convênio, realizada de forma virtual, o prefeito ainda destacou que Niterói está estruturada para a retomada pós-pandemia da Covid-19, já que a Prefeitura está investindo R$ 2 bilhões em obras de infraestrutura urbana que vão gerar 12 mil empregos e deixarão a cidade ainda mais atraente para investimentos privados. “Entre as ações estão, a implantação de um complexo esportivo que deixará a cidade em condições de receber eventos internacionais, além de obras estruturantes e intervenções urbanísticas. Tudo isto só está sendo possível porque Niterói agiu com seriedade e apostou na ciência durante o combate à pandemia do novo coronavírus”, frisou Axel Grael.

O Escritório de Relações Exteriores de Mianyang e o Escritório de Gestão de Projetos de Niterói atuam como coordenadores entre as duas cidades. De acordo com o vice-prefeito de Mianyang, Lyu Jian, o acordo cria uma nova jornada de desenvolvimento, intercâmbio comercial e inovação tecnológica entre as duas cidades.

“Há um provérbio que diz que nem as montanhas e o mar podem afastar as pessoas com aspirações comuns. Brasil e China são os países em maior desenvolvimento no hemisfério oriental e ocidental, com aspirações comuns. Esse memorando de entendimento não só reflete o desejo de cooperação, mas também um novo capítulo de desenvolvimento, onde as duas cidades ganhem. Será uma oportunidade de desenvolver o comércio, o desenvolvimento tecnológico e o intercâmbio local”, disse Jian.

Cônsul-Geral da China no Rio de Janeiro, Tian Min, deu ênfase às características de solidez econômica das duas cidades. 
“Mianyang é uma cidade central e sua produção regional está em segundo lugar em sua província. Niterói é um importante centro de transporte terrestre e marítimo, além de ser referência em inovação, saúde e cultura. São cidades que criaram uma base sólida de desenvolvimento”, frisou.  

Mianyang possui 15 faculdades e universidades, como a Southwest University of Science and Technology (SWUST), 26 laboratórios-chave de nível estadual e provincial. O reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Antonio Claudio da Nóbrega, acredita que a cooperação com a cidade chinesa será também muito interessante para o corpo acadêmico da instituição.  

“Niterói tem a marca de ser propositiva para o avanço, como Mianyang. Como uma universidade pública e federal, em Niterói, a UFF tem o compromisso de cooperar com a cidade, produzir conhecimento científico e formar cidadãos. A universidade estará comprometida com essa ação conjunta”, garantiu.

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