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As vitórias são mais importantes quanto mais qualificados e competitivos são os adversários



Lembro de ter lido essa frase em algum lugar.Meio clichê, mas para o caso, faz algum sentido. O assunto é futebol e eu me mobilizei para escrever, pelas conversas com dois botafoguenses queridos, sobre a queda do Botafogo para  a Série B.

Foi num domingo que dei os parabéns a Celsinho numa rede social, um amigo botafoguense aniversariante e falei de minha solidariedade pela queda do Botafogo. Logo após,  coloquei minha máscara e fui caminhar. Encontrei Mário Sergio outro botafoguense e, mais uma vez, manifestei a minha solidariedade. Mário achou que eu estava de sacanagem. Confesso que, principalmente com os botafoguenses, sempre tenho uma ponta de sarcasmo nas conversas, mas, não foi o caso.

Apesar de admirar seus grandes craques, que apareciam aos borbotões em General Severiano, e sob a batuta do legendário Neca, sempre tive uma antipatia histórica pelo Botafogo. O volume do meu grito no gol de Lula, aos 42 minutos do segundo tempo, no campeonato do Fluminense em 1971, que o diga. Lá se vão 50 anos…

Hoje,  porém, a história é outra. A maturidade chegou. O futebol mudou, tornou-se um negócio, rentável para alguns poucos e a grande esperança de muitos jovens e suas famílias.

Por outro lado, até mesmo numa lógica capitalista, o futebol no Brasil e no Rio de Janeiro,  tem feito muito mal ao próprio futebol. Tudo pela incompetência que, somada à ganância, corre em direção ao caos.


Vejamos


Há algum tempo atrás, o futebol carioca era o lugar de uma disputa bem bacana.

Existiam clubes formadores como Olaria, Madureira, Bonsucesso, Campo Grande, Portuguesa e São Cristóvão, que eram obstáculos no caminho dos outros clubes. Esses clubes definharam e, hoje, dependem quase exclusivamente de poucos eventos e do seu quadro social.

Também existiam Bangu e América, que integravam o pelotão dos grandes no Rio.

E hoje…

Após anos de sucessivas gestões desastrosas de cartolas, sugadores e incompetentes, nos clubes, temos um cenário terrível e com uma perspectiva cada vez mais estreita.

O Botafogo é o maior exemplo disso. A catástrofe que se arrasta por anos, teve como marco, quando o polêmico Charles Borer foi seu presidente.

Não quero me meter na vida dos clubes aqui, por isso vou parar de falar diretamente do Botafogo, no particular e falar do futebol carioca, no geral.

Fico me perguntando, será que ninguém percebe que o declínio de América e Bangu está associado ao declínio do futebol carioca? Já discuti isso por “muitos copos” com meu “comparsa”, o vascaíno Carlos Rebelo.


O que fazer?


A ideia não é nova e remete ao título deste escrito. Por que Vasco, Fluminense, Flamengo e Botafogo, cada um deles, não emprestam dois jogadores para América e Bangu por temporada? Estou certo de que isso traria de volta aos estádios, os torcedores rubros e alvirrubros, aumentando a competitividade.

Sei que isso pode fazer alguém lembrar do tricolor Francisco Horta, mas eu lembro é do botafoguense Otávio Pinto Guimarães, quando presidente da Federação Carioca e sua capacidade e competência de liderar o futebol estadual.

Hoje não existe uma mente capaz e competente na Federação. Exatamente por isso, temos “O NADA” em termos de público e “O ZERO” em termos de criatividade, na defesa dos clubes na gestão da Federação.

Minha solidariedade com os botafoguenses vem desse entendimento.


Lamento amigos!


Lamento amigos, mas o que vocês estão vivendo hoje, América e Bangu já viveram. Outros clubes podem vir a viver isso, no melhor estilo “EU SOU VOCÊ AMANHÔ

Por isso, os clubes devem sair em socorro do Botafogo.  Nesse momento, pode ser uma grande ajuda às instituições esportivas que tanto fizeram pelo  futebol carioca. Vale lembrar que tudo, SEMPRE, deve ser feito com todos os cuidados sanitários.

Lembro de ter lido essa frase em algum lugar. Meio clichê, mas para o caso, faz algum sentido.

O assunto é futebol e eu me mobilizei pra escrever, pela conversas com dois botafoguenses queridos, sobre a queda do Botafogo pra SérieB.

Foi num domingo que dei os parabéns a Celsinho numa rede social, um amigo botafoguense aniversariante e falei de minha solidariedade pela queda do Botafogo. Logo após coloquei minha máscara e fui caminhar. Encontrei Mário Sergio outro botafoguense e, mais uma vez, manifestei a minha solidariedade. Mário achou que eu estava de sacanagem. Confesso que, principalmente com os botafoguenses, sempre tenho uma ponta de sarcasmo nas conversas, mas, não foi o caso.

Apesar de admirar seus grades craques, que apareciam aos borbotões em General Severiano e sob a batuta do legendário Neca, sempre tive uma antipatia histórica pelo Botafogo. O volume do meu grito no gol de Lula, aos 42 minutos do segundo tempo, no campeonato do Fluminense em 1971, que o diga. Lá se vão 50 anos…

Hoje, porém a história é outra. A maturidade chegou. O futebol mudou, tornou-se um negócio, rentável para alguns poucos e a grande esperança de muitos jovens e suas famílias.


Por outro lado


Por outro lado, até mesmo numa lógica capitalista, o futebol no Brasil e no Rio de Janeiro, tem feito muito mal ao próprio futebol. Tudo pela incompetência que, somada à ganância, corre em direção ao caos.
Vejamos.

Há algum tempo atrás o futebol carioca era o lugar de uma disputa bem bacana.

Existiam clubes formadores como Olaria, Madureira, Bonsucesso, Campo Grande, Portuguesa e São Cristóvão, que eram obstáculos no caminho dos outros clubes. Esses clubes definharam e, hoje, dependem quase exclusivamente de poucos eventos e do seu quadro social.

Também existiam Bangu e América, que integravam o pelotão dos grandes no Rio.
E hoje…
Após anos de sucessivas gestões desastrosas de cartolas, sugadores e incompetentes, nos clubes, temos um cenário terrível e com uma perspectiva cada vez mais estreita.

O Botafogo é o maior exemplo disso. A catástrofe que se arrasta por anos, teve como marco quando o polêmico Charles Borer, foi seu presidente.
Não quero me meter na vida dos clubes aqui, por isso vou parar de falar diretamente do Botafogo, no particular e falar do futebol carioca, no geral.
Fico me perguntando, será que ninguém percebe que o declínio de América e Bangu está associado ao declínio do futebol carioca? Já discuti isso por “muitos copos” com meu “comparsa”, o vascaíno Carlos Rebelo.


O que fazer?


A ideia não é nova e remete ao título deste escrito. Por que Vasco, Fluminense, Flamengo e Botafogo, cada um deles, não emprestam dois jogadores para América e Bangu por temporada? Estou certo de que isso traria de volta aos estádios, os torcedores rubros e alvirrubros, aumentando a competitividade.

Sei que isso pode fazer alguém lembrar do tricolor Francisco Horta, mas eu lembro é do botafoguense Otávio Pinto Guimarães, quando presidente da Federação Carioca e sua capacidade e competência de liderar o futebol carioca.

Hoje não existe uma mente capaz e competente na Federação. Exatamente por isso temos “O NADA” em termos de público e “O ZERO” em termos de criatividade, na defesa dos clubes na gestão da Federação.

Minha solidariedade com os botafoguenses vem desse entendimento. Lamento amigos, mas o que vocês estão vivendo hoje, América e Bangu já viveram. Outros clubes podem vir a viver isso, no melhor estilo “EU SOU VOCÊ AMANHÔ

Por isso, os clubes devem sair em socorro do Botafogo nesse momento, pode ser uma grande ajuda aos próprios clubes. Vale lembrar que tudo, SEMPRE, deve ser feito com todos os cuidados sanitários.

John Doe


Ricardo de Moraes – Futebol, arte e outros assuntos



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