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Um manda, outro obedece



“Ministro da Saúde executa a política de governo”, disse o escolhido por Bolsonaro para substituir Pazuello no Ministério da Saúde. A pandemia que, até o momento, levou a óbito 279.286 brasileiros, não dá sinais de que será contida a curto prazo. Para além da falta de vacinas que leva municípios como o Rio de Janeiro a suspender seu calendário de vacinações, há uma evidente falta de planejamento que revela a precariedade de uma gestão marcada pelas frases negacionistas do chefe do executivo.

Sai Pazuello, entra Queiroga mas as diretrizes ou a falta delas continuará sendo de responsabilidade do presidente da República. Há uma série de exemplos em outros países e aqui mesmo no Brasil, de como promover ações articuladas para salvar vidas e a economia.

Adversário da ciência e de qualquer método que leve em consideração formação e preparo técnico, o atual governo não reúne as condições para tirar o Brasil da crise em que se encontra. A saída, a longo prazo, está na mobilização da sociedade por governos que valorizem o empenho profissional e que tenham compromisso com a eficiência, transparência e democracia.

Mas a curto prazo, o que se pode fazer? Como governadores, prefeitos, judiciário e legislativo podem atuar para solucionar os graves problemas que o país enfrenta? É preciso que as autoridades se esforcem para obter soluções urgentes e concretas, com o equilíbrio e o bom senso que faltam ao governo central.

Marcio Kerbel


Marcio Kerbel – Jornalista


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