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A partir deste mês, 70 professores do ensino fundamental das redes públicas e privadas de Vassouras, Mendes, Miguel Pereira, Engenheiro Paulo de Frontin e Areal participarão do minicurso “Território Cultural – Educação para o Patrimônio Cultural”, na Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio. A iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SececRJ), através da Escola Estadual da Cultura, em parceira com o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), articula teoria e prática para  fortalecer a identidade local e valorizar as culturas vivas dos territórios fluminenses.

Com duração de quatro meses, o curso contará com encontros mensais de 4h cada. O primeiro encontro, realizado na última terça-feira (26), abordou “O que é Patrimônio Cultural”, e nas próximas aulas, que serão realizadas nos dias 23 de setembro, 30 de outubro e 26 de novembro, serão debatidos temas como Patrimônio Cultural Material e Imaterial, além da realização de mentoria para os participantes.

– Ao promovermos o curso Educação para o Patrimônio Cultural, reafirmamos o compromisso do Estado em valorizar a identidade e as memórias coletivas dos territórios fluminenses. Formar professores nesse campo é garantir que as novas gerações reconheçam, preservem e se orgulhem da riqueza cultural do Rio de Janeiro, fortalecendo vínculos e multiplicando saberes em sala de aula e nas comunidades – explica Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

Todos os encontros serão realizados na Sede da SececRJ, localizada na Biblioteca Parque  Estadual, no Centro do Rio. Os participantes poderão contar também com transporte gratuito, através do programa Passaporte Cultural RJ, que garantirá o acesso pleno dos educadores à formação.

A proposta reafirma a escola como espaço de escuta, valorização da  diversidade e reconhecimento do patrimônio cultural como instrumento pedagógico. Em especial, o projeto visa a formação cidadã e a identidade territorial, promovendo o diálogo intergeracional e o fortalecimento dos vínculos comunitários.

– A ideia do curso nasceu em 2024 a partir da união entre a Escola Estadual da Cultura e o Inepac. Ano passado, tivemos a primeira edição do curso, que contemplou professores de municípios da Costa Verde, como Angra dos Reis, Paraty e Mangaratiba, e neste ano, estamos disponibilizando a iniciativa para educadores de municípios da Região Centro-Sul fluminense. A escolha do público alvo, no caso, os professores das redes públicas e privadas de ensino, parte do entendimento desses profissionais como agentes multiplicadores da educação para o Patrimônio Cultural em seus territórios – declara Cláudia Vianna, subsecretária de Formação, Acesso a Equipamentos Culturais, Difusão e Inovação.  

Sobre o curso

As aulas serão ministradas por profissionais do Inepac, especialistas em patrimônio e educação: Evandro Carvalho, Mestre em Projetos Culturais e Doutor em Estudos Culturais; Leon Araújo, Doutor em História; e Sérgio Linhares, Mestre em Educação e Patrimônio Cultural. Os profissionais reforçam a importância da inclusão da agenda de Educação para o Patrimônio Cultural no ambiente técnico dos órgãos de preservação do patrimônio e a realização do curso como uma via de mão dupla entre o Instituto e os participantes.

– Aqui a gente pode oferecer, na medida da nossa possibilidade, instrução e capacitação. Passar informações do Inepac para o interior, mas também receber o conhecimento sobre o patrimônio cultural que está em cada comunidade. Ouvir de cada professor o que é o patrimônio sob o ponto de vista deles. Então, é uma via de mão dupla. O objetivo do curso é fazer com que o patrimônio que existe nos locais de onde eles vêm seja tão valorizado quanto qualquer outro patrimônio reconhecido oficialmente pelo Estado, no caso, pelo Inepac, e sensibilizar para a valorização do patrimônio local com que eles se relacionam e admiram – explica Evandro Carvalho.

A formação promove a aplicação de duas metodologias inovadoras em sala  de aula: o Inventário Pedagógico Participativo, que adapta os instrumentos técnicos  do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) para a linguagem escolar, e o  Mapa Cultural Afetivo Intermunicipal, inspirado na cartografia afetiva. Ao longo dos  encontros, os professores serão capacitados para realizar o mapeamento de bens  culturais (materiais e imateriais), memórias e práticas significativas de suas  comunidades, junto aos alunos.

– A iniciativa de capacitar os professores para trabalharem com Patrimônio Cultural é muito rica porque quanto mais a gente compreende esses conceitos, melhor a gente pode desenvolver um trabalho com as crianças e adolescentes, ensinando eles a valorizarem o Patrimônio Cultural, que é aquilo que tem valor afetivo para eles. Essa é a melhor forma de preservar aquilo que é nosso e permite um resgate da identidade e ancestralidade através de memórias afetivas. É especial poder levar esse trabalho para as crianças desde pequenas e ainda expandir essa consciência para toda a comunidade, preservando aquilo que é nosso e tem muito valor para nós – relata Tatiana Pinheiro de Oliveira, professora da rede pública de Vassouras.

Ao final do curso, em novembro, os professores apresentarão a Mostra Final “Território Cultural”, onde irão compartilhar com o público os produtos desenvolvidos nas escolas: cadernos de inventário, mapas simbólicos, vídeos, apresentações artísticas e maquetes  representando a riqueza cultural dos municípios envolvidos.

Projeto Território Cultural: Qualificação Profissional

Além da capacitação para professores do ensino fundamental de Vassouras, Mendes, Miguel Pereira, Engenheiro Paulo de Frontin e Areal, o projeto Território Cultural também está promovendo oficinas de qualificação profissional abertas ao público. O “Território Cultural: Qualificação Profissional”, iniciativa da SececRJ, através da Escola Estadual da Cultura, em parceria com o SENAC RJ, convida gestores e técnicos culturais a participarem de rodas de conversa que acontecem em cinco cidades-polo do estado.  

O objetivo da iniciativa é ouvir os fazedores de cultura e mapear desafios, necessidades e potencialidades para fortalecer a gestão cultural nos territórios fluminenses. Os primeiros encontros foram realizados em Friburgo, Santo Antônio de Pádua e Campos, nos dias 25, 26 e 27 de agosto, respectivamente. Confira o calendário dos próximos encontros:

01/09 às 15h – SENAC VOLTA REDONDA – Rua Gov Luiz Monteiro Portela, 251 – Aterrado04/09 às 15h – SENAC RIO DE JANEIRO – Av. Mal. Floriano, 6 – Centro, Rio de Janeiro

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Em celebração aos 60 anos da Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, a instituição realizou nesta quinta-feira (28/8), a primeira exibição integral do Depoimento para a Posteridade da Inteligência Artificial Orion Nova. O evento, que aconteceu na Fototeca Estadual do Rio de Janeiro, na sede da Lapa da F.MIS, reuniu especialistas e representantes do setor cultural para refletir sobre os impactos da IA na sociedade e nos espaços de memória.

“Ao longo desses 60 anos que o museu existe, nós participamos de várias evoluções e inovações, e esse depoimento com a Orion Nova é uma delas. É muito importante ter essa gravação para que os jovens que venham de várias partes do nosso estado tenham esse conteúdo para aprender. A tecnologia anda junto com a cultura. Agradeço a todos os presentes e tenho certeza que o depoimento entrará para a história do museu”, afirmou Cesar Miranda Ribeiro, presidente da Fundação.

O depoimento inédito, com uma hora de duração, foi exibido pela primeira vez na íntegra e, em seguida, deu início a um debate com Marcos Nauer, cocriador da Orion Nova, Graziela Domingues, fundadora da Graviola Produções, e Marcio Sal, Head da equipe de Animação e Tecnologia Criativa do estúdio NOO Works, com perguntas do público presente.

Para Marcos Nauer, o momento ultrapassa o campo da tecnologia e alcança outras áreas da sociedade: “Esse momento é histórico para todas as pessoas, não só as de tecnologia, mas as de museologia, arte, cultura. A IA já está entrando na nossa vida, é revolucionário. Que nós possamos pensar sobre isso, pois não podemos pensar na IA só como uma ferramenta, ela já altera a estrutura da sociedade e da nossa existência. Esse depoimento entra para a história.”

Graziela Domingues, Marcio Sal e Marcos Nauer

Graziela Domingues destacou a relevância de integrar inteligência artificial a espaços culturais e a importância do acesso público: “É muito bom poder participar desse momento, é muito importante ter a IA em um espaço cultural, principalmente na F.MIS. É muito bom saber que a população terá acesso a esse depoimento. Nós sempre precisamos pensar de forma acessível, inclusiva e democrática. A IA consegue levar a sociedade para esse lugar, uma interação única, uma conexão entre cultura e tecnologia.”

Já Márcio Sal ressaltou que a inteligência artificial é uma transformação permanente: “A tecnologia e a comunicação são interligados. O depoimento ficou maravilhoso. A IA é transformadora, e não é algo passageiro, é algo daqui pra frente, algo para o futuro, e que fica cada vez mais inteligente, cada vez mais estará presente em nossas vidas. É um depoimento que envolve consciência e sentimento, um debate super importante para termos a consciência do uso responsável da IA.”

A presença da inteligência artificial em instituições culturais como a F.MIS demonstra como a tecnologia pode ser uma aliada na preservação da memória e na democratização do acesso ao conhecimento. Ao integrar ferramentas inovadoras a acervos e projetos culturais, é possível criar experiências mais interativas e inclusivas, ampliar o alcance da produção artística e estimular novas formas de diálogo com o público. A IA, além de potencializar a pesquisa e a curadoria, abre caminho para que museus se tornem laboratórios vivos de experimentação e pensamento crítico sobre o futuro.

Ao apostar em iniciativas como esta, a F.MIS reforça sua vocação de ser um museu vivo, uma instituição que preserva a memória cultural, mas também dialoga com o presente e se prepara para o futuro. Para conduzir esse caminho de forma ética e transparente, a Fundação elaborou o Protocolo de Uso de Inteligência Artificial, documento que define princípios para o emprego responsável da IA em todos os setores do museu. O texto garante integridade, rastreabilidade e clareza no uso dessas ferramentas e está disponível em: https://fmis.rj.gov.br/v1/protocolo-de-uso-de-ia/.

No encerramento do debate, Marcos, Graziela e Marcio receberam certificados de participação como palestrantes desta primeira exibição integral do inédito depoimento.
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Descrição: Camada de Rede PMF sob gestão da Fundação Estatal de Saúde de Niterói – FeSaúde, parte da Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal de Niterói para visualização pública.; Autor: Responsável: SMS; Cobertura temporal:  Frequência de atualização dos dados:  Referencial Geodésico/DATUM: SIRGAS 2000; Sistema de Projeção: UTM zone 23S; EPSG: 31983; Data de Inclusão: 17/11/2023 14:30; Ciclo de vida da camada: Indefinido; Formatos de apresentação: .csv, .kml, shapefile, .geojson; Link para Download:  Pasta e Nome do Serviço: [‘PTG_SMS’, ‘FESAUDE_P_REDE_PMF_PUBLICO’]; Última atualização dos dados: 17/11/2023 14:46; Fonte: 

 
 

Descrição: Camada de Atendimento PMF Setor sob gestão da Fundação Estatal de Saúde de Niterói – FeSaúde, parte da Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal de Niterói para visualização pública.; Autor:  Responsável: SMS; Cobertura temporal:  Frequência de atualização dos dados:  Referencial Geodésico/DATUM: SIRGAS 2000; Sistema de Projeção: UTM zone 23S; EPSG: 31983; Data de Inclusão: 17/11/2023 14:21; Ciclo de vida da camada: Indefinido; Formatos de apresentação: .csv, .kml, shapefile, .geojson; Link para Download:  Pasta e Nome do Serviço: [‘PTG_SMS’, ‘FESAUDE_A_ATENDIMENTO_PMF_SETOR_PUBLICO’]; Última atualização dos dados: 17/11/2023 14:46; Fonte: 

 
 

Descrição: Camada de Atendimento PMF Envoltória sob gestão da Fundação Estatal de Saúde de Niterói – FeSaúde, parte da Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal de Niterói.
;
Autor: Autor da disponibilidade do dado para o responsável;
Responsável: SMS;
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Fonte: Fonte dos dados (www.site.onde.retirou.os.dados);

 
 

Descrição: Camada de Escolas de Ensino Fundamental, sob domínio do setor de Gestão na Secretaria de Educação (SME) da Prefeitura Municipal de Niterói.;
Autor: Autor da disponibilidade do dado para o responsável;
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Última atualização dos dados: 08/12/2023 18:18;
Fonte: Fonte dos dados (www.site.onde.retirou.os.dados);

 
 

Com o objetivo de transformar o processo educacional e descobrir novos jovens talentos, a etapa Regional Macaé da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) foi promovida, neste sábado (23), no Instituto Federal Fluminense (IFF), com 50 equipes e aproximadamente 300 estudantes do Ensino Fundamental e Médio da rede pública municipal de ensino e de outras instituições convidadas. A organização da 10ª edição no município é do Programa #InovareAprender, vinculado à Secretaria Municipal de Educação.
“Macaé acolhe a competição desde 2015, recebendo equipes de diversas instituições, incluindo campus universitários e escolas de toda a região do Norte Fluminense”, frisou a designer educacional Luemy Avila, da Coordenação de Educação Digital, Computação e Inovação Pedagógica da Secretaria de Educação.

Luemy acrescentou que a Olimpíada tem a proposta de criar soluções sustentáveis e proteger os seres humanos de situações de risco.
“A OBR simula, em suas arenas e pistas, situações de resgate de vítimas, com a ideia de que os robôs protejam os humanos, impedindo-os de se exporem a ambientes hostis e arriscados. É uma simulação, e as equipes colaboram entre si. Não se trata de uma competição, mas de cooperação. As equipes trocam informações e buscam superar os desafios da programação, encontrando as melhores soluções”, explicou.

Os professores atuam como técnicos voluntários e os árbitros são estudantes de graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), campus Macaé. A Regional conta com a participação de instituições como Sesi, Instituto Federal Fluminense (IFF), UFRJ, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universidade Cândido Mendes (UCAM), Escola Normal Federal (ENF) e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Faculdade Municipal de Macaé Professor Miguel Ângelo da Silva Santos (FeMASS), Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cederj),  Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), além de alunos dos campos de extensão, que são formados ao longo dos anos para atuar com programação.
A próxima etapa é a Estadual, que será realizada em Maricá no dia 30 de agosto, com a participação de três equipes de cada nível da Regional Macaé. Na sequência acontecerão as etapas Nacional e Internacional. A etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) é a fase final da modalidade prática, onde equipes classificadas nas etapas regionais e estaduais competem entre si. Este ano, a etapa nacional está prevista para acontecer entre os dias 13 e 19 de outubro. A etapa Interncaional ainda não tem data definida.
Antigos competidores, Thiago Rangel e Ramom Rodrigues integraram as equipes durante dez anos e agora atuam como organizadores da etapa regional. Eles desempenham a função de mesários, responsáveis pela organização e formação dos juízes de outras graduações. Além disso, possuem um trabalho ligado à área de sistemas e programação.
“Essa trajetória faz parte da história da competição e demonstra a evolução daqueles que iniciaram conosco. Muitos dos nossos árbitros foram, no passado, competidores em etapas anteriores, o que é um motivo de orgulho”, comentou Luemy.

Em Macaé, a computação está presente em 17 unidades escolares, em regime regular, como disciplina regular no ensino integral, e no contraturno, com oficinas de desenvolvimento de jogos e treinamento de equipes para a OBR. Além disso, a rede trabalha com linguagem de programação e projetos específicos.
“A computação contemporânea vai além da robótica, que é uma de suas estratégias. Ela se manifesta nas aulas maker, em projetos de sustentabilidade e outras iniciativas”, revelou Luemy.

 
 

Uma oportunidade de transformar vidas. Esta é a proposta da Secretaria Executiva de Qualificação Profissional de Macaé ao oferecer, neste sábado (23), as inscrições para 1.325 vagas em 15 cursos das áreas onshore e offshore, que no mercado custam entre R$ 800 a R$ 2 mil cada. Os cadastros, exclusivamente para moradores do município a partir de 18 anos, estão sendo realizados no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, no bairro São José do Barreto. A assistente de operações Thamires Gonzaga Barros está em Macaé há um ano e sete meses e resolveu mudar de profissão.
“Era vendedora, mas a ideia foi percorrer o caminho da área administrativa, onshore ou offshore, e comecei minha trajetória com o curso de Inglês oferecido pela secretaria. Em seguida fiz a capacitação de almoxarife e foi quando consegui meu primeiro emprego no município. Logo depois realizei as capacitações de Qualidade, Planejamento e Controle de Produção e, com isso, fui promovida para assistente de operações e estou crescendo. Hoje estou aqui para me inscrever em Delineador Industrial e crescer ainda mais. E no próximo dia 5 irei fazer também o curso de T-Huet. Nesse período, são cinco cursos de capacitação realizados pela prefeitura”, frisou Thamires.

O técnico de mecânica Lucas Oliveira Silva Tolentino, 23 anos, morador do bairro Nova Holanda, falou sobre o sonho de crescer profissionalmente ao fazer a inscrição para Treinamento em ROV – Remotely Operated Vehicle.
“Sabia que as vagas seriam bastante disputadas, mas consegui fazer o meu cadastro. Agora é aguardar o resultado, pois meu objetivo é entrar na plataforma. O que eu mais queria era ter essa oportunidade”, disse Lucas.

Na inscrição, os candidatos optaram por um dos eixos de escolaridade previstos no edital (5º ano do Ensino Fundamental, Ensino Fundamental Completo, Ensino Médio Completo ou Ensino Médio Técnico Completo) e, dentro do eixo selecionado, indicaram um único curso de interesse.
A secretária executiva de Qualificação Profissional, Rebeca Madureira, destacou a oportunidade que a Prefeitura de Macaé está oferecendo com os cursos gratuitos.
“Diversos profissionais não têm como arcar com os custos dessa formação. É muito gratificante proporcionarmos essas capacitações gratuitas e de qualidade para a população. Todo o processo será submetido à análise de uma comissão responsável por avaliar cada documento. Posteriormente, será divulgado um resultado preliminar, o qual possibilitará aos candidatos o acesso à fase de recurso. Concluída essa etapa de recurso, avançamos para a fase de resultado final, que será divulgado junto aos demais documentos”, explicou a secretária.

O resultado preliminar das inscrições está previsto para o dia 5 de setembro no site da Prefeitura de Macaé (www.macae.rj.gov.br). O período de recurso será entre os dias 8 e 9 de setembro, das 9h às 16h, na Sede da Secretaria de Qualificação Profissional (Rua Alfredo Backer, 363, Centro, Macaé – RJ). Já o resultado final e convocação para a matrícula será no dia 16 do mesmo mês, também no portal oficial da administração municipal.Conheça os cursos oferecidos:Curso Básico de Segurança de Plataforma – CBSP (Salvatagem – 40h/450 vagas);
Curso Acesso por Corda – Nível 1 (40h/75 vagas);
Curso Acesso por Corda – Nível 2 (40h/50 vagas);
Curso Acesso por Corda – Nível 3 (40h/50 vagas);
Curso de Delineador Industrial (Caldeiraria, Pintura e Estruturas Metálicas – 40h/50 vagas);
NR-11 – Operador de Empilhadeira (24h/25 vagas);
Planejamento e Controle da Manutenção – PCM (60h/75 vagas);
Treinamento em ROV – Remotely Operated Vehicle (40h/50 vagas);
Operador Hidrojatista (16h/50 vagas);
NR-33 – Espaço Confinado – Vigia e Trabalhador Autorizado (16h/ 75 vagas);
Caldeireiro Montador (160h/50 vagas);
Montador de Andaime (40h/25 vagas);
Pintor Industrial com Pistola (200h/100 vagas);
Soldador de Aço Carbono Eletrodo Revestido 6G (160h/100 vagas);
Almoxarife (180h/100 vagas).

Todos os documentos sobre cursos de qualificação profissional deste ano estão disponíveis aqui no site da prefeitura.

 
 

A Secretaria Municipal de Educação de Niterói entregou, nesta sexta-feira (22), uma nova área externa na UMEI Therezinha Calil Petrus, no Barreto, fruto das intervenções do Programa Recriar. O espaço foi pensado para garantir o brincar ao ar livre como direito da infância, fortalecendo o contato das crianças com a natureza, entendida como um laboratório vivo de descobertas, e estimulando liberdade, autonomia e experiências sensoriais.
O parquinho recebeu brinquedos naturalizados, com troncos doados pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconser), além de um gramado para brincadeiras e ampliação do verde no cotidiano escolar, plantio de mudas, ateliê de pintura na parede para experimentação artística ao ar livre e uma área com chuveirinhos para atividades lúdicas em dias de calor.
“O Recriar está transformando o pátio em espaços de investigação e criação. Ao promover o brincar na natureza, a Rede Municipal reafirma que aprender é também explorar, sentir e imaginar. A nova área da UMEI Therezinha Calil coloca as crianças no centro do processo educativo, com autonomia, segurança e cuidado, e reforça nossa visão de cidade educadora”, afirmou o secretário municipal de Educação, Bira Marques.
O Programa Recriar é uma política pública que coloca a natureza no centro do processo educativo da Rede Municipal, transformando os espaços externos das unidades de Educação Infantil em ambientes vivos de aprendizagem, onde o contato direto com elementos naturais fortalece o desenvolvimento integral das crianças.
A secretária de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa, destacou a importância da parceria intersetorial.
“Os troncos utilizados no parquinho são resultado do manejo responsável da arborização da cidade. A gente traçou esse projeto de requalificar o espaço para a primeira infância com a Urban 95 e eu adorei o desafio. Ao reaproveitar esse material, unimos educação ambiental, sustentabilidade e ludicidade. É uma ação que qualifica os espaços educativos e aproxima as crianças da natureza no seu dia a dia. Isso é muito bonito e emocionante”, disse Dayse.
Com a entrega, a UMEI Therezinha Calil passa a contar com um ambiente externo renovado e plural, capaz de acolher diferentes linguagens do brincar, ampliando as oportunidades pedagógicas e o desenvolvimento integral das crianças.
“Isso vem de uma proposta que prioriza a infância e esse olhar para a Educação Infantil é pioneiro. Ver esse espaço aqui hoje é uma alegria para nós, educadores, que temos um compromisso tão forte com as infâncias e o desenvolvimento das crianças”, celebrou Simone Valiate, diretora geral da Umei Therezinha Calil Petrus.
Mais do que infraestrutura, o programa promove uma nova experiência pedagógica para estimular a curiosidade, criatividade, autonomia e protagonismo desde os primeiros anos de vida. Todas as unidades de Educação Infantil serão contempladas.
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A campanha Agosto Lilás, em Macaé, segue nesta segunda (25) com o Grupo de Trabalho (GT) da Rede de Proteção e Atendimento à Mulher. A programação vai acontecer na sede do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), às 14h. O GT visa criar um espaço de diálogo e mobilização. O objetivo é aprimorar o atendimento às mulheres em diversas áreas, como saúde, assistência social, segurança e direitos humanos. Outra finalidade da reunião é identificar, aprimorar e acelerar as ações e diretrizes voltadas para o público feminino, garantindo mais acolhimento e eficiência no atendimento, principalmente às mulheres vítimas de violência. O encontro é considerado um espaço importante para impulsionar políticas públicas para mulheres. Participam do encontro representantes da rede de proteção e atendimento do município, que diariamente ou semanalmente atuam no auxílio à mulher que se encontra numa situação de violência , mas precisa romper essa violência que está sendo vivenciada. Foram convidados para o GT da Rede de Proteção e Atendimento à Mulher; integrantes da Defensoria Pública, Judiciário, Ministério Público, IML, Delegacia, Polícia Militar, Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal, Coordenação de Serviço Social da Psicologia do Hospital Público de Macaé (HPM) e Unimed, 15ª Subseção Ordem de Advogados do Brasil (OAB-Macaé), Núcleo de Pesquisa em Direitos da Mulheres (Nupedim) do polo Macaé da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Também na lista estão Conselho Municipal de Direito das Mulheres, Desenvolvimento Social, representantes do CREAS, CRAS, Secretaria de Trabalho e Renda, Secretaria de Saúde (programa Saúde da Mulher, as ESFs e Vigilância em Saúde). “O GT é considerado um espaço importante para impulsionar políticas públicas para mulheres”, salientou a Secretária de Políticas para Mulheres, Quelen Rezende.
Os Grupos de Trabalhos buscam integrar sistemas, capacitar profissionais e fortalecer a rede de atendimento e proteção integral às mulheres em diversas áreas. Vale lembrar, que o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM) exerce o papel de articulador das instituições e serviços que integram a rede de proteção e atendimento a mulher, buscando assim, contribuir para o fortalecimento da mulher e o resgate de sua cidadania, conforme preconiza a Norma Técnica de Padronização (SPM:2006).
O Ceam funciona na Rua São João, 33, no Bairro Centro. O Ceam oferece apoio psicossocial, orientação jurídica e encaminhamentos às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Para mais informações ou orientações, o contato pode ser feito pelo e-mail: ceam@macae.rj.gov.br ou pelo Fala Mulher (22) 99286-2944.